Divulgação, estudo e prática do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

Nossa Senhora de La Codosera

Ficha do catálogo mariano de Carlo Acutis referente a La Codosera, em Espanha.

Espanha La Codosera Aparição ou devoção mariana catalogada
Painel oficial sobre Nossa Senhora de La Codosera
Exposição das Aparições de Nossa Senhora - Carlo Acutis (https://www.aparicoesdenossasenhora.org/pt/avm/home)
Vidente(s)

A confirmar nas fontes locais.

Situação eclesial

Registro presente na lista pública da exposição mariana associada a Carlo Acutis. Ficha inicial: revisar e complementar com fontes eclesiais locais antes de publicação histórica detalhada.

História

Este cadastro foi criado para completar o índice público das aparições e manifestações marianas catalogadas na exposição de Carlo Acutis. A ficha de La Codosera, em Espanha, deve ser aprofundada com fontes locais e eclesiais antes de receber uma narrativa histórica definitiva. Enquanto isso, serve como ponto de partida para organização, busca, revisão e enriquecimento catequético dentro do portal Todo Teu, Maria.

Complemento documental Texto extraído do painel oficial OCR importado

APARICÕES E

Aparições da Virgem Maria em LA CODOSERA
ESPANHA, 1945
m maio de 1945, recém-terminada a Segunda Guerra Mundial, a Virgem das Dores apareceu em La Codosera a duas videntes, no
mesmo local, próximo a Chandavila, e nos mesmos dias, mas em momentos diversos. Uma das duas videntes recebeu também os
stigmas, sinais da Paixão de Jesus Cristo. A Virgem pediu em ambos os casos a construção de um Santuário. As aparições de
Chandavila tiveram início oficialmente em 1945, mas setenta e cinco anos antes já se tinha verificado uma.. Naquele período, em junho de
1870, uma menina disse ter visto a Virgem em "Valleseco". Os habitantes do vilarejo foram até o local da aparicão, muito perto do lugar onde
hole esta o Santuamo de Chandavila. e o então naroco nadre Acustin Rubio Mero omoiaro do vilareo. celebrou uma Missa a céu aberto no
local da suposta aparição. La Codosera é uma cidade da Província de Badajoz, em Estremadura, situado a noroeste de Badajoz, na fronteira
com Portugal.
Em 27 de maio de 1945, por volta das três da tarde, a pequena Marcelina Barroso Expósito e sua prima Agustina González (ambas de La
Codosera) estavam indo para a vizinha vila de "El Marco" para cumprir uma ordem da mãe de Marcelina. Após ter percorrido cerca de três
quilometros, enquanto atravessava o lugar chamado nandavila, Marcenna notou uma procuperancia escura que sala de uma castannelra, a
uma distância de uns sessenta metros à direita do caminho. No momento. não deu atencão. mas durante o retorno nerountou-se se vim.
do tronco da castanheir
belíssimo no qual se refletia uma tristeza humana e divina. Uma vez desaparecida a visão, a menina pôs-se instintivamente a correr até o
vilareio junto com sua prima que. porém, não tinha visto nada. Chegando em casa, buscou manter silêncio, mas não conseguiu e. então. contou
a mae aquilo que lhe tinha ocorrido; naturalmente, a noticia espalhou-se muito rapidamente por toda a vizinhança. O tato, que havia gerado
Na manhã de 4 de junho, nove dias após a primeira aparição, a Santíssima Virgem apareceu de novo à pequena Marcelina em Chandavila e
disse-lhe para voltar à tarde para realizar um sacrificio na presença de todos aqueles que viriam com ela. A menina obedeceu e, naquela tarde,
com a presença de milhares de pessoas, seja portugueses ou espanhóis, entrou em êxtase despertando um grande rumor. A garota encontrava-
se a uns sessenta metros da castanheira quando, de repente. apareceu-ine. no azul do ceu, Nossa senhora das Dores que. pouco a pouco, descel
até parar diante da árvore. na posicão em que a tinha visto na primeira vez. A Virgem convidou a menina a percorrer de loelhos a distânci
aue as senarava A carota não estava muito convencida então a Mãe das Dores encoraiou-lhe dizendo Não temas. Não te suceder
nada. Colocarei diante de ti um tapete de ramos e grama de modo que não te faça mal". Partindo do riacho, a menina
começou a mover-se de joelhos entre as duas filas que iam se abrindo entre os expectadores. Sua mãe, a senhora Augustina, que estava present
à cena, desmaiou. Permaneceu por uns dez minutos ajoelhada próximo à árvore. Depois a castanheira se abriu ligeiramente e atrás dela aparece
uma belíssima igreja, adornada com lâmpadas preciosas. Sobre o altar, apareceu a Virgem Maria, que fez sinal à menina para que molhass
os dedos na pia de agua benta e fizesse o sinal da cruz, gesto que to repetido por todos os presentes. Após a aparıçao, a Virgem desceu do
retábulo do altar e nerountou-lhe se deselava ir embora com ela A menina resnondeu "Sim. Senhora agora" e a Santissima Virgem sormu
abraçou-a e beijou-lhe a testa. A garota sentiu no rosto a carícia do manto da Mãe de Deus. A Virgem expressou o desejo de que naquele lugar
fosse construída uma capela em sua honra. Uma vez saída do êxtase, Marcelina voltou a falar com suas amigas, Nos joelhos de Marcelina não
havia nem sinais nem arranhões, apesar de ter percorrido de joelhos sessenta metros; muitos jovens (e o próprio pároco de La Codosera, Juan
Antonio Galán y Galán) tentaram fazê-lo, mas foram obrigados a desistir por causa dos cortes e das feridas. Marcelina encontrou a Virge
outras vezes. em algumas ocasiões em companhia de outras pessoas. entre as duais sua protessora dona Joseta Martin. Estudou numa escol
de irmãs em Villafranca de Los Barros (Badajoz) e em seguida entrou como religiosa na Congregação das Irmãs da Companhia da Cruz, em 2
de agosto de 1975, em Sevilha, onde se dedicou ao cuidado dos doentes, dos órfãos, dos pobres e nos idosos com o nome de irmã Maria da
Misericórdia da Cruz. Hoje está em um convento de clausura em Ciudad Real.
Afra Brígido Blanco, nascida em 21 de janeiro de 1928, aos dezessete anos, no dia 30 de maio (festividade de Corpus Christi), às três da tarde
(a mesma hora das aparições a Marcelina), decidiu ir com suas amigas a Chandavila. Assim que chegou, pensou ter visto, entre algumas nuvens
algo que se assemelhava a uma capela e, muito mais clara, a forma precisa de uma cruz. No outro dia, à mesma hora, naquele mesmo lugar
estavam là reunidas muntas nessoas. Sentou-se diante da castanheira das anarcões e v sair das nuvens um obieto escuro aue. à medida aur
se aproximava, deixava ver o contorno da imagem da Virgem das Dores, de perfil, com o rosto virado para a direita. Muito impressionada por
esta visão, Afra desmaiou e, quando voltou a si, decidiu voltar para casa com suas amigas. Alguns dias depois, morreu sua avó paterna. Afra
vestiu o luto e saiu muito pouco de casa. Diante da insistência de suas amigas, porém, deixou-se convencer a voltar até Chandavila, com
permissão de sua mãe, a senhora Cipriana. Era 17 de junho quando, sentada em uma das castanheiras, viu novamente a aparição, na mesma
idêntica forma da vez precedente. Entrou em êxtase e comecou a percorrer de joelhos o leito do riacho. A Virgem mandou-lhe levantar-se para
seguir caminhando até a castanheira. Chegada al amoe hou-se e iniciou uma conversa com a Virgem. Esta lhe disse aue lhe estama semor
próxima, contou-lhe um segredo, preanunciou-lhe grandes sofrimentos e, no final, pediu que desse um beijo de sua parte à pequena Marcelina
(ou pastave presente) e rese o sina da stu, coisa que a meni lagar na maria ala durant as apai, e suces visa vie de diu-
zar o Santo Rosário e de fazer construir uma ermida no lugar da aparição, além de
setembro, desejo que se realizou graças a uma indicação espontânea do pároco de La Codosera. Afra e outras amigas, entre as quais Marcelina
ermaneceram em Villar del Rev desde o domingo zi de ulno ate dia 24. vespera de sao lago. e no proprio domingo visitaram a ermida
ossa senhora da Encaracão ou da Rivera nadroeira do lugar e lá voltavam todos os dias de manha e à tarde nara agradecer nelo ta
recebido Durante uma destas visitas (secunda ferro 99 enuanto estava acontecendo a Va Cres Afra entrou em êxtase durante a XI
estação, diante de um quadro da Santíssima Trindade, colocado ao lado da epístola, quase ao centro da ermida, e viu o Calvário de Nosso Senhor
Jesus Cristo e a sua crucifixão, provando uma fortíssima dor nas palmas das mãos. Depois deste fato, em Afra, aparecerem inicialmente umas
-hagas nas mãos, com uma incisão no centro em forma de prego, e depois outra chaga na costela que minava sangue provocando-lhe uma forte
dor. e enfim chagas nos pés. Com o passar do tempo, as chagas das mãos e dos pés cresceram e chegaram a atravessar as articulacões de fora
a tora com o anarecimento de uma incisão no dorso. U sangue orava ornemalmente às sextas-terras. Atra tol submetida a exames médico
e a cuidados específicos da parte de um assistente hospitalar, mas as feridas não se curavam. E interessante também sublinhar que as feridas
emanavam um agradável perfume. Afra viveu e trabalhou em um hospital de Madri, dedicando-se a obras de caridade, até quando morreu,
Badajoz ainda não se pronunciou oficialmente sobre estes fatos, mas pelo menos deu a permissão para a construção do Santuário. Todos os
Pot, em 27 de maio, acontece uma peregrinação festivo religiosa na qual participam muitas pessoas provenientes de toda a região e do vizinho

Fonte: Exposição das Aparições de Nossa Senhora - Carlo Acutis

Mensagem central

Toda verdadeira manifestação mariana precisa ser lida à luz da fé da Igreja: Maria não busca atenção para si mesma, mas chama os filhos à conversão, à oração, à vida sacramental e ao encontro com Jesus Cristo.

Ligação com o Tratado

No espírito do Tratado da Verdadeira Devoção, esta ficha recorda que Maria é caminho seguro para Jesus. As aparições, santuários e devoções marianas só são bem compreendidos quando ajudam a alma a amar mais a Cristo, a Igreja e os sacramentos.

Nossa Senhora de La Codosera, conduzi-nos a Jesus, fortalecei nossa fé e ensinai-nos a viver como verdadeiros filhos de Maria. Amém.
Fontes consultadas