Ficha do catálogo mariano de Carlo Acutis referente a Re, em Itália.

A confirmar nas fontes locais.
Registro presente na lista pública da exposição mariana associada a Carlo Acutis. Ficha inicial: revisar e complementar com fontes eclesiais locais antes de publicação histórica detalhada.
Este cadastro foi criado para completar o índice público das aparições e manifestações marianas catalogadas na exposição de Carlo Acutis. A ficha de Re, em Itália, deve ser aprofundada com fontes locais e eclesiais antes de receber uma narrativa histórica definitiva. Enquanto isso, serve como ponto de partida para organização, busca, revisão e enriquecimento catequético dentro do portal Todo Teu, Maria.
Aparições da Virgem Maria em
RE
ITÁLIA, 1494
evento que marcará para sempre a história de Re é o sangramento
de uma representação de Nossa Senhora após um ato sacrílego.
Hoje, em reparação pelo pecado cometido, existe um imponente
Santuário no qual é conservada a imagem prodigiosa. Na tarde de 29 de abril
de 1494, Giovanni, apelidado de Zuccone, junto ao amigo Comolo jogavam a
"piodella" na pracinha na frente da igreja, na cidade de Re. O jogo previa que
cada jogador lançasse, em sua vez, a própria piodella, uma pedra, na direção de
um cilindro de madeira, chamado "mago", sobre o qual cada jogador havia
precedentemente colocado uma moeda. O jogo terminava quando o mago era
atingido e as moedas caíam por terra: estas pertenciam, como recompensa, ao
jogador cuja piodella estivesse mais próxima a elas. Giovanni, já conhecido pelo
seu caráter furioso, naquela tarde já havia perdido uma certa soma de dinheiro,
e perdendo de novo a sua ira se agitou ainda mais e atirou a "piodella" contra a
imagem de Nossa Senhora, pintada em uma igreja vizinha, atingindo-a na testa.
Censurado pelo companheiro e arrependido pelo seu gesto, Giovanni ajoelhou-
se diante da representação e pediu perdão. Depois os dois amigos, tomados por
uma sensação de medo, fugiram. Por volta das 11h da noite, dois homens, passando
na frente da igreja, notaram um clarão insólito sob a varanda como se houvesse
uma vela acesa. Também estes, tomados de temor, afastaram-se depressa. Depois
da aurora, um velho chamado Bartolomeo descobriu primeiro o fato prodigioso:
no gesto devoto de tocar a imagem de Nossa Senhora e de beijar-lhe a mão,
percebeu, com estupor, que estava banhada de sangue. Olhou para a Virgem e
viu que da ferida na cabeca saía um fio de sangue e correu para chamar o reitor
da igreja, padre Giacomo. Tocaram os sinos por um bom tempo e a notícia espalhou-
se rapidamente por todo o vale. O povo acorreu e se amontoou sob o pórtico da
igreja com os olhos fixos na imagem ensanguentada, implorando em alta voz:
"Misericórdia, misericórdia". Durante todo o dia e a noite sucessiva, muitas
pessoas ficaram no local do milagre a rezar com velas acesas na mão. Após a
meia-noite, a emissão de sangue aumentou e gotejou até o chão, emanando um
perfume suave "impossível de se descrever". No piso enxugou-se o sangue com
"fraldas brancas" que depois o pároco recolheu e conservou. A efusão de sangue
durou uns vinte dias até 18 de maio de modo intermitente e sempre menos
abundantes como de uma ferida que, pouco a pouco, se cicatriza. A cada emissão
de sangue, anunciava-se o evento com o toque dos sinos; ao chamado, o povo
acorria de dia e de noite. O que aconteceu não se pode julgar como uma lenda,
porque é bem documentado em dois pergaminhos contemporâneos à época dos
fatos e assinados pelos prefeitos do vale, Daniele Crespi e Angelo Romano, e
rubricado, o primeiro, por quatro notários. A sagrada imagem é venerada no
Santuário dedicado a "Nossa Senhora do Sangue".
O evento, que marcará a his-
tória de Re para sempre, deu-
se na tarde da terça-feira, 29 de
abril de 1494, uma hora antes
do pôr-do-sol.
Um jovem, Gio-
vanni, apelidado de Luccone. de
Londrago di Villette, atira uma
Nossa Senhora. Os documentos antigos não explicitam o motivo
deste gesto sacrilego, mas uma tradição oral, apoiada também
pelo estudo de alguns historiadores, sustenta que Zuccone
quisesse descarregar a raiva por ter perdido o jogo da piodella
Na manha seguinte, antes do
nascer do sol, o sacristão Stefano
della Gisella, chegando à igreja
para tocar a Ave
Maria, nota
uma miner vende do hrone
ajoelhada diante da imagem de
Senhore
saído da igreja após ter tocado
o Matutino, não a vê mais
Durante a noite, dois homens,
primeiro Giovanni di Minola,
de Re, e depois Antonio Ardizio,
de Craveggia, atraves
sando a
praca, notam um brilho forte
sob o pórtico da igreja, mas, com
medo não nicam anmyimar-co
Anom docenhro o ano oste
acontecendo é Bartolomeo de
Franzinetti de Re. Ele vai ha-
bitualmente à igreja e como
primeiro gesto colhe o perdão,
recitando uma oração diante da
imagem da Virem Maria, to-
cando-a e beijando-lhe os dedos. Ao tocar a pintura, ainda em
sombra, percebe que está úmida de sangue que sai da testa de
Nossa Senhora
Bartolomeo vai imediatamente
mo, na casa paroquial. Ao ver
o sangue, o sacerdote toca os
sinos, chamando assim muita
gente, não apenas de Re, mas
dos povoados limítrofes. O
sangue escorre pela imagem em
fios que marcam o rosto de Nossa Senhora, as roupas e a imagem
do Menino
O povo começa a acorrer de toda
pare
Altar onde se conserva a ima-
tem de Virgem Meme ama.
mentando, que foi atingida por
Giovanni, chamado "Zuccone".
e sangrou por uns vinte dias
Um relevante testemunho é
dado pelo prefeito Angelo Ro-
mano, ocorrido em 1500 a Da-
niele Crespi. Chegado ao vale
com um evidente preconceito
enhme o milare dedico-se an
estudo do mesmo. Lendo os
testemunhos depositados junto
ao fabriqueiro da igreja e escu-
tando o relato diretamente de
olhimae foctominhoe orro
pende-se de sua incredulidade
70 cm de altura e 39,5 de lar-
gura, contendo 107 linhas
escritas em caracteres minutos
góticos. A língua é aquela ita-
liana da época. Fala de sua
incredulidade e de como, uma
vez chegado ao local. Nossa
Senhora pareça censurá-lo por
conta de sua descrenca.
expões os vários controles que
também ele executou. Ilustra
os prodígios que acompanha-
ram o milagre: pintinhos que
cantam como caine nacenas
curadas de epilepsia, pessoas
libertadas de espíritos, e tantas
outras curas de enfermidade,
febre, aleijamento, doenças,
tratame como kal tam
bém das indulgências concedi-
das aos peregrinos pelo bispo
de Novara. Enfim diz que se
construiu um altar e que o local
foi chamado Sancta Maria ad
Sanguinem.
Termina seu
comito mm amo maronto ovár
A pintura miraculosa
Vista do grande Santuário
Interior do Santuário
O sangramento continuou inter.
mitente por vinte dias e foi visto
nor milharoe do testemunhad
Toda vez que a Virgem Maria
sonorava eram tocarne no ainda
para advertir a população
Bem cedo a notícia espalhou-se
e muitíssimas pessoas acorre-
ram meemo de outras cidades
Foram registrados muitos mila-
gres
tiga igreja onde ocorreu a pro-
fonorin a o conmamonto d
pintura de Nossa Senhora
Relicário onde se conserva um
lone amhshido mm o condid
iorrado da imagem de Nossa
MALLE DI VICTZZO IN
Fonte: Exposição das Aparições de Nossa Senhora - Carlo Acutis
Toda verdadeira manifestação mariana precisa ser lida à luz da fé da Igreja: Maria não busca atenção para si mesma, mas chama os filhos à conversão, à oração, à vida sacramental e ao encontro com Jesus Cristo.
No espírito do Tratado da Verdadeira Devoção, esta ficha recorda que Maria é caminho seguro para Jesus. As aparições, santuários e devoções marianas só são bem compreendidos quando ajudam a alma a amar mais a Cristo, a Igreja e os sacramentos.