A tradição relata que, durante a Missa celebrada por um sacerdote que lutava com dúvidas, a hóstia consagrada sangrou sobre o corporal.
Ligado à tradição do fortalecimento da celebração de Corpus Christi; venerado em Orvieto.
O acontecimento de Bolsena é apresentado pela tradição como um sinal providencial em um tempo no qual a Igreja aprofundava e celebrava com solenidade a fé na presença real de Cristo na Eucaristia.
Complemento baseado no painel oficial: o painel oficial situa este caso em Bolsena / Orvieto, Itália, no período 1263–1264. O painel destaca a preservação da memória em ambiente eclesial, a veneração de relíquias associadas ao sinal e a presença do ministério sacerdotal no relato. O complemento aqui foi reescrito em linguagem própria, usando o painel como fonte histórica e catequética.
O corporal manchado recorda a ligação inseparável entre altar, sacrifício e presença real. A Eucaristia é memorial vivo da Paixão de Cristo.
Complemento baseado no painel oficial: O sinal descrito pelo painel envolve a Hóstia consagrada associada a sinais de sangue, a referência a carne ou tecido visível e a conservação posterior em forma de relíquia ou relicário. A leitura espiritual do caso deve conduzir à adoração, à reparação e a uma comunhão mais consciente.
Bolsena chama a não tratar a Missa como rotina. Cada celebração é encontro com o Cristo vivo, que se oferece e se dá.
Complemento baseado no painel oficial: este relato reforça a fé na presença real e a guarda reverente dos sinais sagrados. No espírito do Todo Teu, Maria, a contemplação do milagre não substitui a vida sacramental ordinária; ela desperta amor mais fiel à Santa Missa e ao Sacrário.
A consagração segundo Montfort renova a pertença total a Jesus. A Eucaristia alimenta essa pertença, porque nela Jesus não apenas recebe a alma: entrega-Se a ela.
Maria permaneceu unida ao sacrifício de Cristo. Aproximar-se dela é aprender a estar junto do altar com fé, silêncio e amor.