Em Lanciano, a tradição relata que, durante a Missa, uma hóstia consagrada tornou-se carne e o vinho consagrado tornou-se sangue.
Um dos milagres eucarísticos mais conhecidos da tradição católica; venerado em Lanciano.
O relato situa o acontecimento em um contexto de crise de fé de um sacerdote diante do mistério da presença real de Cristo na Eucaristia. Durante a celebração, o sinal teria ocorrido precisamente no coração da Missa, apontando para a verdade central da fé eucarística.
O sinal recorda que a Eucaristia não é apenas símbolo devocional, mas presença real de Jesus Cristo, entregue como alimento da Igreja.
Lanciano convida a alma a passar da dúvida à adoração. Diante da Eucaristia, a fé não permanece abstrata: ajoelha-se, agradece e se entrega.
O Tratado conduz a Jesus Cristo como fim último. A Eucaristia mostra esse fim de modo concreto: o Cristo a quem Maria nos conduz está vivo e presente no altar.
Maria é a Mulher eucarística porque deu ao Verbo a carne que Ele entregaria por nós. Quem se entrega a Maria deve aprender dela a adorar Jesus presente na Eucaristia.