Em Siena, hóstias consagradas roubadas e depois recuperadas teriam permanecido conservadas de modo extraordinário ao longo do tempo.
Hóstias veneradas em Siena; caso presente na exposição dos Milagres Eucarísticos.
O relato une profanação, recuperação e veneração. A permanência das hóstias é interpretada na tradição local como sinal da fidelidade de Cristo e convite à reparação.
Complemento baseado no painel oficial: o painel oficial situa este caso em Siena, Itália, no período 1730. O painel destaca a presença do ministério sacerdotal no relato. O complemento aqui foi reescrito em linguagem própria, usando o painel como fonte histórica e catequética.
A conservação extraordinária recorda que a Eucaristia é tesouro da Igreja e deve ser guardada com amor.
Complemento baseado no painel oficial: O sinal descrito pelo painel envolve a Hóstia consagrada colocada no centro do acontecimento, manifestações de luz ligadas ao sinal e a preservação ou manifestação do sinal em meio a fogo ou perigo. A leitura espiritual do caso deve conduzir à adoração, à reparação e a uma comunhão mais consciente.
Siena ensina perseverança na adoração. Cristo permanece; a alma consagrada também deve permanecer fiel.
Complemento baseado no painel oficial: este relato reforça a fé na presença real e a preparação interior para receber a Comunhão. No espírito do Todo Teu, Maria, a contemplação do milagre não substitui a vida sacramental ordinária; ela desperta amor mais fiel à Santa Missa e ao Sacrário.
A verdadeira devoção, segundo Montfort, é constante. Siena ajuda a traduzir essa constância: permanecer com Jesus, mesmo quando muitos se afastam.
Maria permaneceu aos pés da Cruz. Ela forma almas capazes de permanecer diante de Jesus, sem fugir.